sexta-feira, 13 de março de 2026

Por que as pessoas entram em grupos de WhatsApp? Uma visão psicológica e social



Por que as pessoas entram em grupos de WhatsApp? Uma visão psicológica e social

Os grupos de WhatsApp se tornaram uma das principais formas de interação social da atualidade. Estão presentes em praticamente todos os ambientes: trabalho, escola, família, condomínio, igreja e entre amigos. Mas uma pergunta interessante surge quando observamos o comportamento dentro desses grupos: qual é o verdadeiro motivo que leva as pessoas a participarem deles?

À primeira vista, pode parecer que os grupos existem apenas para trocar informações. No entanto, uma análise mais profunda, inspirada em conceitos da psicologia social e da psicanálise, revela que as motivações são muito mais complexas.

A necessidade de pertencimento

Uma das motivações mais fortes é o desejo humano de pertencer a um grupo. Desde tempos antigos, viver em comunidade foi essencial para a sobrevivência humana. Por isso, estar em um grupo — mesmo que virtual — cria uma sensação de inclusão e participação social.

Sair de um grupo pode gerar uma sensação simbólica de exclusão, o que explica por que muitas pessoas permanecem nele mesmo quando quase não participam das conversas.

A curiosidade social

Outro fator muito presente é a curiosidade sobre a vida dos outros. Nos grupos de WhatsApp, as pessoas acompanham opiniões, conflitos, conquistas e acontecimentos do cotidiano.

Muitas vezes, o grupo funciona como uma espécie de “janela social”, onde cada membro observa comportamentos, relações e posicionamentos. Isso ajuda a explicar um fenômeno comum: pessoas que raramente escrevem mensagens, mas leem praticamente tudo o que acontece no grupo.

A busca por validação

Também existe a motivação ligada ao reconhecimento social. Quando alguém compartilha uma opinião, uma informação ou uma conquista, espera algum tipo de retorno — seja uma resposta, uma concordância ou um elogio.

Esse tipo de interação funciona como uma pequena recompensa psicológica, reforçando a autoestima e a sensação de relevância dentro do grupo.

Informação e utilidade prática

Claro que os grupos também cumprem um papel prático importante. Avisos, comunicados e informações relevantes fazem parte do cotidiano dessas conversas.

Em grupos de escola, trabalho ou condomínio, por exemplo, esse tipo de comunicação pode ser bastante útil para organizar atividades e compartilhar notícias importantes.

Entretenimento e distração

Outra motivação comum é o entretenimento. Memes, vídeos engraçados, imagens e comentários informais ajudam a tornar a interação mais leve e descontraída.

Para muitas pessoas, acompanhar essas mensagens é uma forma rápida de distração ao longo do dia.

Fofoca e dinâmica social

A fofoca também aparece com frequência nesses ambientes. Embora muitas vezes seja vista de forma negativa, a psicologia social aponta que ela possui uma função antiga: reforçar laços dentro de um grupo e criar alianças sociais.

Quando alguém compartilha uma informação sobre outra pessoa, muitas vezes está buscando aproximação com quem recebe essa informação.

Influência e disputas de opinião

Em alguns grupos também surgem pessoas que gostam de conduzir discussões, influenciar opiniões ou assumir uma posição de liderança nas conversas.

Esse comportamento revela uma dimensão de disputa simbólica por espaço e influência dentro da comunidade.

Desabafos e descarga emocional

Por fim, alguns participantes utilizam o grupo como espaço para expressar frustrações, críticas ou desabafos. Nesses casos, o grupo funciona como uma espécie de válvula de escape emocional.

Uma estimativa das principais motivações

Considerando estudos sobre comportamento digital e observação de dinâmicas de grupos online, é possível estimar aproximadamente a distribuição das motivações mais comuns:

  • Curiosidade sobre a vida dos outros / vigilância social — 30%
  • Busca de pertencimento — 20%
  • Troca de informações úteis — 15%
  • Entretenimento — 10%
  • Validação do ego — 10%
  • Fofoca — 8%
  • Influenciar narrativas — 4%
  • Descarga emocional — 3%

Um ponto interessante aparece quando analisamos esses números: curiosidade social (30%) somada à fofoca (8%) chega a cerca de 38%. Ou seja, mais de um terço do interesse nos grupos está relacionado à observação das relações e comportamentos das outras pessoas.

Isso ajuda a explicar por que tantos membros participam de forma silenciosa, apenas acompanhando as conversas.

O que mostra o gráfico de pizza

O gráfico de pizza apresentado ao final deste artigo ilustra visualmente essa distribuição de motivações. Cada fatia representa um tipo de interesse que leva as pessoas a permanecerem nos grupos de WhatsApp. A maior fatia corresponde à curiosidade sobre a vida social dos outros, seguida pela busca de pertencimento e pela troca de informações. O gráfico também destaca que, quando somamos curiosidade social e fofoca, chegamos a cerca de 38% das motivações, evidenciando que observar as dinâmicas sociais do grupo é um dos principais fatores que mantêm as pessoas conectadas a essas conversas virtuais.



quinta-feira, 12 de março de 2026

Por que as pessoas ficam em grupos de WhatsApp? A psicologia por trás das mensagens



Por que as pessoas entram em grupos de WhatsApp? Uma visão psicológica e social

Os grupos de WhatsApp se tornaram uma das principais formas de interação social da atualidade. Estão presentes em praticamente todos os ambientes: trabalho, escola, família, condomínio, igreja e entre amigos. Mas uma pergunta interessante surge quando observamos o comportamento dentro desses grupos: qual é o verdadeiro motivo que leva as pessoas a participarem deles?

À primeira vista, pode parecer que os grupos existem apenas para trocar informações. No entanto, uma análise mais profunda, inspirada em conceitos da psicologia social e da psicanálise, revela que as motivações são muito mais complexas.

A necessidade de pertencimento

Uma das motivações mais fortes é o desejo humano de pertencer a um grupo. Desde tempos antigos, viver em comunidade foi essencial para a sobrevivência humana. Por isso, estar em um grupo — mesmo que virtual — cria uma sensação de inclusão e participação social.

Sair de um grupo pode gerar uma sensação simbólica de exclusão, o que explica por que muitas pessoas permanecem nele mesmo quando quase não participam das conversas.

A curiosidade social

Outro fator muito presente é a curiosidade sobre a vida dos outros. Nos grupos de WhatsApp, as pessoas acompanham opiniões, conflitos, conquistas e acontecimentos do cotidiano.

Muitas vezes, o grupo funciona como uma espécie de “janela social”, onde cada membro observa comportamentos, relações e posicionamentos. Isso ajuda a explicar um fenômeno comum: pessoas que raramente escrevem mensagens, mas leem praticamente tudo o que acontece no grupo.

A busca por validação

Também existe a motivação ligada ao reconhecimento social. Quando alguém compartilha uma opinião, uma informação ou uma conquista, espera algum tipo de retorno — seja uma resposta, uma concordância ou um elogio.

Esse tipo de interação funciona como uma pequena recompensa psicológica, reforçando a autoestima e a sensação de relevância dentro do grupo.

Informação e utilidade prática

Claro que os grupos também cumprem um papel prático importante. Avisos, comunicados e informações relevantes fazem parte do cotidiano dessas conversas.

Em grupos de escola, trabalho ou condomínio, por exemplo, esse tipo de comunicação pode ser bastante útil para organizar atividades e compartilhar notícias importantes.

Entretenimento e distração

Outra motivação comum é o entretenimento. Memes, vídeos engraçados, imagens e comentários informais ajudam a tornar a interação mais leve e descontraída.

Para muitas pessoas, acompanhar essas mensagens é uma forma rápida de distração ao longo do dia.

Fofoca e dinâmica social

A fofoca também aparece com frequência nesses ambientes. Embora muitas vezes seja vista de forma negativa, a psicologia social aponta que ela possui uma função antiga: reforçar laços dentro de um grupo e criar alianças sociais.

Quando alguém compartilha uma informação sobre outra pessoa, muitas vezes está buscando aproximação com quem recebe essa informação.

Influência e disputas de opinião

Em alguns grupos também surgem pessoas que gostam de conduzir discussões, influenciar opiniões ou assumir uma posição de liderança nas conversas.

Esse comportamento revela uma dimensão de disputa simbólica por espaço e influência dentro da comunidade.

Desabafos e descarga emocional

Por fim, alguns participantes utilizam o grupo como espaço para expressar frustrações, críticas ou desabafos. Nesses casos, o grupo funciona como uma espécie de válvula de escape emocional.

Uma estimativa das principais motivações

Considerando estudos sobre comportamento digital e observação de dinâmicas de grupos online, é possível estimar aproximadamente a distribuição das motivações mais comuns:

  • Curiosidade sobre a vida dos outros / vigilância social — 30%
  • Busca de pertencimento — 20%
  • Troca de informações úteis — 15%
  • Entretenimento — 10%
  • Validação do ego — 10%
  • Fofoca — 8%
  • Influenciar narrativas — 4%
  • Descarga emocional — 3%

Um ponto interessante aparece quando analisamos esses números: curiosidade social (30%) somada à fofoca (8%) chega a cerca de 38%. Ou seja, mais de um terço do interesse nos grupos está relacionado à observação das relações e comportamentos das outras pessoas.

Isso ajuda a explicar por que tantos membros participam de forma silenciosa, apenas acompanhando as conversas.

O que mostra o gráfico de pizza

O gráfico de pizza apresentado ao final deste artigo ilustra visualmente essa distribuição de motivações. Cada fatia representa um tipo de interesse que leva as pessoas a permanecerem nos grupos de WhatsApp. A maior fatia corresponde à curiosidade sobre a vida social dos outros, seguida pela busca de pertencimento e pela troca de informações. O gráfico também destaca que, quando somamos curiosidade social e fofoca, chegamos a cerca de 38% das motivações, evidenciando que observar as dinâmicas sociais do grupo é um dos principais fatores que mantêm as pessoas conectadas a essas conversas virtuais.



quinta-feira, 27 de novembro de 2025

O FIM DAS DENTADURAS

Cientistas sul-coreanos revelaram uma inovação revolucionária na odontologia: um minúsculo adesivo bioativo capaz de regenerar dentes naturais, potencialmente pondo fim à era das dentaduras.

Em vez de depender de implantes artificiais, este adesivo ativa as próprias células-tronco do corpo dentro da mandíbula, iniciando a regeneração do esmalte, da dentina e até mesmo da estrutura completa do dente.

Colocado diretamente sobre o local onde o dente está ausente, ele emite sinais bioquímicos precisos que despertam vias regenerativas adormecidas, permitindo que um novo dente cresça a partir da gengiva, com função e sensibilidade naturais.

Se os próximos testes em humanos continuarem a apresentar resultados positivos, essa tecnologia poderá revolucionar a odontologia, dando a milhões de pessoas a capacidade de regenerar seus próprios dentes pela primeira vez na história.

segunda-feira, 27 de outubro de 2025

A quem interessam os juros altos?

Nos últimos anos, os gastos do governo cresceram e o mercado reagiu de forma exagerada, mais por motivos ideológicos do que por razões econômicas. De um lado, há quem defenda que o Estado deve garantir os direitos sociais da Constituição, como saúde e educação; de outro, quem quer menos intervenção estatal e mais cortes de gastos.


Mas, afinal, quem ganha com os juros altos?
Segundo economistas, quando o Banco Central aumenta a taxa Selic, o governo gasta mais com sua dívida, o que reduz recursos para políticas públicas. Além disso, o consumo e os investimentos diminuem, prejudicando a economia real.

Os grandes beneficiados são os bancos, investidores e grupos financeiros, que lucram com os altos rendimentos dos títulos públicos. Enquanto isso, o governo é forçado a cortar despesas sociais para equilibrar as contas.

Os especialistas defendem que existem outras formas de controlar a inflação, como segurar preços de combustíveis, energia e remédios, em vez de elevar juros.
Em resumo, os juros altos não resolvem o problema da inflação — apenas transferem riqueza do setor produtivo para o sistema financeiro, enfraquecendo o Estado e a população.

Fonte: E o Mundo 

segunda-feira, 20 de outubro de 2025

Bacias Hidrograficas Brasileiras



Principais características


Uma bacia hidrográfica é um conjunto de terras drenadas por um rio principal, seus afluentes e subafluentes. A topografia do terreno é responsável pela drenagem da água e por delimitar as bacias. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e o Conselho Nacional de Recursos Hídricos (CNRH), o Brasil possui 12 bacias hidrográficas, sendo 7 bacias hidrográficas principais e 5 bacias hidrográficas secundárias, como estão dispostas no mapa.

Mapa do Brasil colorido.

Assim, classificamos como bacias hidrográficas principais:

1. Amazônica
2. São Francisco
3. Tocantins-Araguaia
4. Paraná
5. Parnaíba
6. Paraguai
7. Uruguai

Já as bacias hidrográficas secundárias são:

1. Atlântico Nordeste Oriental
2. Atlântico Nordeste Ocidental
3. Atlântico Leste
4. Atlântico Sudeste
5. Atlântico Sul

Num mundo em que a escassez de água será problema cada vez mais grave, o Brasil é um país privilegiado. Pois, cerca de mais de 10% de toda a água doce presente em nosso planeta, está no nosso país. Apesar disso, o Brasil acumula vários problemas pelo mal aproveitamento e pela execução de grandes usinas hidrelétricas, pela ocupação dos mananciais e pela poluição.

Quatro bacias hidrográficas principais cobrem mais de 80% da superfície do território brasileiro sendo: Amazônica, Tocantins-Araguaia, Platina (Paraná, Paraguai e Uruguai) e São Francisco. Nosso sistema hídrico é proveniente de três áreas:

•    a Cordilheira dos Andes, com a nascente do Rio Amazonas;
•    o Planalto Central brasileiro, com os rios das bacias Platina e São Francisco, além dos rios da margem direita do Amazonas;
•    o Planalto das Guianas, que concentra as nascentes dos afluentes da margem esquerda do Amazonas.

Confira a seguir as principais características das bacias hidrográficas brasileiras:

1. Bacia Amazônica

Mapa do Brasil sinalizado de vermelho a região da bacia amazônica

•    Maior do mundo
•    Possui uma área de drenagem de 7 milhões de km²
•    Regime misto (nival e pluvial)
•    Drenagem exorréica
•    Maior potencial hidrelétrico e hidroviário do país
•    Possui cerca de 23 mil quilômetros de rios navegáveis.
•    Afluentes: rio Negro, Solimões, Branco, Juruá, Xingu, Japurá, entre outros.

2. Bacia Tocantins-Araguaia

Mapa do Brasil sinalizado de vermelho a região da bacia Tocantins-Araguaia


•    Maior bacia totalmente brasileira
•    O rio Tocantins possui bom potencial hidrelétrico (capacidade de geração de energia elétrica), sendo que nele está instalada a usina de Tucuruí.
•    Regime pluvial
•    Drenagem exorréica
•    O rio Araguaia tem sua nascente no Mato Grosso e é a fronteira natural entre esse estado e Goiás.
•    Está presente nos Biomas do Cerrado (ao sul), no qual está localizada a maior parte da bacia, e da Amazônia (ao norte)

3. Bacia do Paraguai


Mapa do Brasil sinalizado de vermelho a região da bacia do Paraguai.

•    Além do Brasil, ela está presente nos territórios do Paraguai, da Argentina e da Bolívia
•    Elevado potencial de navegação, sendo utilizada para o comércio bem como para o transporte de carga, destacando a hidrovia do Paraguai-Paraná.
•    A união das bacias hidrográficas do Paraná, Paraguai e Uruguai é denominada de Bacia Platina
•    Abrange os biomas do Pantanal (região de planícies) e do Cerrado (região de planaltos)
•    Sofre com amplos impactos ambientais (agropecuária), especialmente o assoreamento

4. Bacia do Parnaíba

Mapa do Brasil sinalizado de vermelho a região da bacia do Parnaíba

•    Segunda bacia importante do Nordeste
•    O principal bioma o qual está inserido é a Caatinga
•    Foz em delta
•    O rio principal recebe o nome de “Velho Monge”
•    A bacia abrange quase totalmente o estado do Piauí, trechos dos estados do Maranhão e Ceará
•    Drenagem exorréica

5. Bacia do São Francisco

Mapa do Brasil sinalizado de vermelho a região da bacia do São Francisco.


•    Bacia mais importante do Nordeste
•    O seu rio principal pode ser chamado de “Velho Chico” ou “Rio dos Currais”
•    Drenagem exorréica
•    Segunda bacia com destaque no aproveitamento de geração de energia elétrica
•    A bacia estende-se pelas regiões Centro-Oeste, Sudeste e Nordeste do Brasil
•    Atualmente há cinco usinas hidrelétricas presentes na bacia do rio São Francisco: Paulo Afonso (BA), Três Marias (MG), Xingó (AL/SE), Sobradinho (BA/PE) e Itaparica (PE)

6. Bacia do Paraná

Mapa do Brasil sinalizado de vermelho a região da bacia do Paraná.

•    Maior aproveitamento na geração de energia elétrica
•    Possui rios de planalto e encachoeirados
•    Destaca-se a Hidrelétrica Binacional de Itaipu, no rio Paraná e Furnas no rio Grande
•    A principal rota de navegação é a hidrovia Tietê-Paraná.
•    Maior bacia sedimentar do país
•    Com uma das maiores demandas de recursos hídricos do país, a bacia abriga a região de maior desenvolvimento econômico do Brasil

7. Bacia do Uruguai

Mapa do Brasil sinalizado de vermelho a região da bacia do Uruguai.

•    O seu rio principal dá nome à bacia
•    O rio Uruguai nasce da confluência dos rios Canoas e Pelotas
•    O rio Uruguai nasce na Serra Geral, em Santa Catarina e deságua no estuário do rio da Prata, entre a Argentina e o Uruguai.
•    A Bacia do Uruguai está localizada na região sul do país (nos estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina) e ainda se estende pelos países vizinhos: Argentina e Uruguai.

quarta-feira, 28 de maio de 2025

Planejamento Geografia (trimestrais)

 

1º ANO – Geografia Física

1º Trimestre – Introdução e Estrutura Natural

  1. Introdução à Geografia e métodos de estudo
  2. Estrutura da Terra: camadas e dinâmica interna
  3. Placas tectônicas e terremotos
  4. Vulcanismo
  5. Relevo: tipos e formas de modelagem
  6. Agentes internos e externos do relevo
  7. Estrutura geológica do Brasil
  8. Tipos de solo e degradação ambiental

2º Trimestre – Clima e Vegetação

  1. Conceitos de tempo e clima
  2. Fatores e elementos do clima
  3. Tipos de clima do mundo
  4. Climas do Brasil
  5. A vegetação e sua relação com o clima
  6. Biomas mundiais
  7. Biomas brasileiros
  8. Impactos ambientais e desmatamento

3º Trimestre – Hidrografia e Geografia Ambiental

  1. O ciclo da água
  2. Rios e bacias hidrográficas
  3. Aquíferos e água subterrânea
  4. Bacias hidrográficas brasileiras
  5. Problemas ambientais relacionados à água
  6. Introdução à geografia ambiental
  7. Sustentabilidade e recursos naturais
  8. Grandes impactos ambientais (aquecimento global, efeito estufa)

2º ANO – Geografia Humana e Econômica

1º Trimestre – População e Urbanização

  1. Crescimento populacional e transição demográfica
  2. Indicadores sociais e qualidade de vida
  3. Migrações internas e internacionais
  4. Urbanização mundial
  5. Urbanização no Brasil
  6. Problemas urbanos (habitação, mobilidade, saneamento)
  7. Segregação socioespacial
  8. Cidades globais e metrópoles

2º Trimestre – Economia e Agricultura

  1. Setores da economia
  2. Agricultura mundial: modelos de produção
  3. Estrutura fundiária no Brasil
  4. Agropecuária brasileira
  5. Revoluções industriais
  6. Indústria no mundo e no Brasil
  7. Comércio e blocos econômicos
  8. Globalização e neoliberalismo

3º Trimestre – Trabalho e Transportes

  1. Trabalho e transformações no mercado global
  2. Desemprego e informalidade
  3. Redes de transporte no Brasil
  4. Logística e integração territorial
  5. Energia no mundo
  6. Matriz energética brasileira
  7. Impactos ambientais da produção de energia
  8. Desenvolvimento sustentável e economia verde

3º ANO – Geopolítica e Atualidades

1º Trimestre – Geopolítica Clássica e Atual

  1. Noções de território, nação e Estado
  2. Colonialismo e imperialismo
  3. Primeira e Segunda Guerra Mundial
  4. Guerra Fria e bipolaridade
  5. Fim da URSS e nova ordem mundial
  6. Conflitos atuais (Oriente Médio, Ucrânia, etc.)
  7. Terrorismo e segurança internacional
  8. A geopolítica da energia

2º Trimestre – Brasil no Contexto Global

  1. Formação territorial brasileira
  2. Regiões geoeconômicas do Brasil
  3. Integração regional: Mercosul e América Latina
  4. O Brasil e os BRICS
  5. Exportações e balança comercial brasileira
  6. A posição geopolítica do Brasil
  7. Políticas públicas e desigualdade regional
  8. Amazônia e interesses internacionais

3º Trimestre – Temas Contemporâneos

  1. Questões ambientais globais
  2. Refugiados e crises migratórias
  3. Urbanização e favelização global
  4. Tecnologias e conectividade no espaço geográfico
  5. O campo e a cidade no século XXI
  6. Novas fronteiras agrícolas e conflitos fundiários
  7. Mudanças climáticas e geopolítica
  8. Revisão geral e simulados/ENEM

Se desejar, posso transformar esse planejamento em um arquivo PDF ou adaptá-lo a uma BNCC específica.

TERCEIRO SEMESTRE

 

1° ANO



2° ANO



3°  ANO

SEGUNDO SEMESTRE

 1° ANO


09 - Climas do Brasil 



2° ANO




3° ANO

PRIMEIRO TRIMESTRE

 1° Ano



2° Ano




3° Ano



sexta-feira, 21 de fevereiro de 2025

13 formas que o professor pode ter o smartphone como aliado em sala de aula


O smartphone pode ser um grande aliado na educação quando usado estrategicamente. Confira 13 formas de potencializar o aprendizado com ele:

1. Aplicativos Educacionais
Plataformas como Google Classroom e Kahoot! tornam a aprendizagem mais dinâmica.

2. Pesquisas Rápidas
Os alunos podem consultar informações e complementar os conteúdos apresentados.

3. Aulas Interativas com QR Codes
QR Codes facilitam o acesso a vídeos, artigos e exercícios.

4. Uso de Podcasts e Áudios
Podcasts oferecem aprendizado flexível sobre diversos temas.

5. Gravação de Aulas e Revisão de Conteúdos
Os alunos podem gravar explicações para revisar posteriormente.

6. Criação de Conteúdos pelos Alunos
Vídeos e postagens incentivam o aprendizado ativo e criativo.

7. Gamificação do Ensino
Quizzes e desafios tornam o aprendizado mais envolvente.

8. Organização e Planejamento
Ferramentas como Google Agenda ajudam na produtividade acadêmica.

9. Uso de Realidade Aumentada
Apps permitem explorar locais históricos e científicos em 3D.

10. Comunicação e Feedback Instantâneo
Google Forms e WhatsApp agilizam a interação entre alunos e professores.

11. Atualização de Materiais pelo Professor
Professores podem manter conteúdos atualizados em blogs sem depender de livros.

12. Acessibilidade para Deficientes Visuais
Alunos podem tirar fotos da lousa e dar zoom para copiar a matéria com mais facilidade.

13. Mesmo sem internet, mapas ou gráficos, podem ser compartilhado na turma através de bluetooth.

Com estratégias bem aplicadas, o smartphone torna as aulas mais dinâmicas e inclusivas.

domingo, 8 de setembro de 2024

IA substituirá professores?

Futuro já começou? Uma escola do Reino Unido está chamando a atenção na internet ao divulgar sua primeira turma sem professor. Os alunos vão aprender em uma plataforma que mistura inteligência artificial (IA) e óculos de realidade virtual.

Segundo o site britânico Computing, o colégio David Game College, em Londres, terá a primeira sala de aula com ensino inteiramente por tecnologia de IA. A partir deste mês de setembro, os alunos terão um aprendizado completamente desprovido de professores humanos.

“A partir de setembro de 2024, o David Game Collegeestará testando um programa alternativo de estudo, com todas as disciplinas principais sendo ensinadas inteiramente por plataformas de aprendizado adaptativo orientadas por IA”, diz a escola em seu site.

De acordo com o colégio, essa abordagem inovadora ajudará os alunos a progredirem em seu próprio ritmo, enquanto recebem suporte individual de “dedicados mestres de ensino”.

Usando uma combinação de IA e headsets de realidade virtual, os alunos receberão instruções que são constantemente avaliadas e ajustadas com base em seus pontos fortes e fracos.

O diretor adjunto da David Game College, John Dalton, citado pelo Computing, diz que a IA pode fornecer um nível de precisão e exatidão que os professores humanos não conseguem alcançar: “Existem muitos professores excelentes por aí, mas todos temos fraquezas.”

Ele explica que é muito difícil atingir o nível de precisão e exatidão da IA, além da avaliação contínua que a plataforma faz do aluno. “No final das contas, se você realmente quer saber por que uma criança não está aprendendo, acho que os sistemas de IA podem identificar isso de forma mais eficaz”, completa o diretor adjunto.

Para quem quiser experimentar esse ensino altamente tecnológico, só precisa gastar 27.000 libras (cerca de R$ 200.000). Conforme o site britânico, para garantir que os alunos recebam o suporte e a orientação necessários, o colégio contratou uma equipe de “mestres de aprendizagem” que estarão de prontidão na sala de aula para fornecer assistência, inclusive em assuntos nos quais a IA ainda tem dificuldade, como arte e educação sexual.

terça-feira, 20 de agosto de 2024

A PARÁBOLA DA DEMISSÃO DA FORMIGA DESMOTIVADA


Era uma vez uma formiga muito produtiva, que chegava cedo ao trabalho e realizava suas tarefas com eficiência e alegria. Todos os dias, ela produzia muito e deixava o chefe, um leão, extremamente satisfeito. O leão ficou tão impressionado com a formiga que pensou: "Se ela já faz tudo isso sem supervisão, imagine o que não faria com alguém para coordena-la!"


Então, o leão contratou uma barata, que tinha muita experiência como supervisora. A primeira preocupação da barata foi organizar os horários de entrada e saída da formiga. Para isso, ela montou um sistema de registro de ponto e logo precisou de uma secretária para ajudar a gerenciar tudo. Contratou, então, uma aranha, que também era muito experiente.


A aranha ficou responsável por organizar os arquivos e atender ao telefone. Logo, a barata e a aranha sentiram a necessidade de um relatório semanal, para que pudessem analisar a produtividade. Então, contrataram uma mosca, que ficou encarregada de fazer pesquisas e relatórios.


Com tantos documentos e relatórios sendo gerados, o leão decidiu contratar um gestor para controlar o fluxo de trabalho. Chamaram, então, um gafanhoto. O gafanhoto, percebendo que o sistema estava sobrecarregado, sugeriu a compra de um computador novo e a contratação de uma assistente para ajudá-lo. A escolhida foi uma joaninha.


O ambiente de trabalho, antes tranquilo e produtivo, tornou-se um caos. A formiga, que antes se dedicava ao trabalho com paixão, passou a sentir-se oprimida pelas novas exigências e a sobrecarga de procedimentos. Já não conseguia realizar suas tarefas com a mesma eficiência e acabou ficando desmotivada.


O leão, percebendo que a produtividade da formiga caiu, convocou uma consultoria para analisar a situação. A empresa de consultoria, após um longo estudo, chegou à conclusão de que havia um excesso de funcionários e propôs a demissão da formiga, por estar desmotivada.

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A parábola reflete sobre os desafios da burocratização excessiva, que pode sufocar a produtividade e desmotivar aqueles que antes eram altamente eficientes. Ela nos convida a refletir sobre a importância de um ambiente de trabalho que valorize a simplicidade e a verdadeira eficiência.

sexta-feira, 26 de julho de 2024

Livros para reflexão : Submissão

O personagem principal de “Submissão” é François, típico homem europeu contemporâneo. Doutor em literatura e especialista na obra de Huysmans (escritor francês do século XIX), exerce o cargo de docente na prestigiada Sorbonne.
François nunca se interessou por política, ao longo de sua vida viu os partidos usuais de centro-direita e centro-esquerda alternarem-se no poder, sem que isso impactasse seu modo de vida hedonista. Podemos considerá-lo uma pessoa “desenraizada”, suas relações são superficiais, já não mantém nenhum contato com os pais, que falecem durante a narrativa sem que isso lhe cause qualquer pesar. Os contatos românticos de François resumem-se a relacionamentos semi-descartáveis com jovens alunas; seus divertimentos mais constantes, a pornografia e a comida. Sem qualquer crença ou sentimento de transcendência, experimenta um profundo tédio em relação à vida e parece representar o atrofiamento emocional característico da sociedade a qual pertence.
Escrita em 2015, a história se passa em 2022, em uma França às vésperas de eleições presidenciais e agitada por uma guerra civil, ainda que abafada e mal noticiada pela mídia. De forma inédita, o pleito marca a ascensão de um partido islâmico associado à extrema esquerda. O novo presidente Ben Abbes não esconde seus planos de transformar a França, e depois a Europa, em uma califado muçulmano.
Assim, pela primeira vez, François vê sua vida mudar em função da conjuntura politica. Além de perder o emprego na Universidade, ele já não pode, nas ruas, desfrutar da visão das minissaias de belas jovens. Aos poucos, porém, descobre que seu antigo status poderá ser retomado a partir da submissão às regras do novo governo teocrático.
Submissão é uma obra inquietante de um autor polêmico, considerado ofensivo e islamofóbico pela crítica. Mostra como o macro cenário político altera e determina, qual uma avalanche, o micro cosmo, a vida particular do cidadão. Impactante, necessário e urgente; Houellebecq nos propõe várias reflexões, a principal: o custo da apatia e do relativismo humanista do ocidente será a destruição de tudo aquilo que um dia valorizamos como símbolos de civilização.
Imperdível!

sábado, 22 de junho de 2024

Você tem talentos que nem sabe

Havia um homem que tocava muito bem piano em um bar, ele realmente era um bom pianista. As pessoas frequentavam o bar só para pode-lo ouvir.

Mas uma noite, um cliente disse que não queria mais ouvir ele tocando piano. Ele queria que ele cantasse uma música.

O pianista disse: “Eu não canto.”

Mas, o cliente foi persistente. Então, ele disse para o barman: “Eu estou cansado de ouvir piano. Eu quero que ele cante!”

O barman gritou do outro lado do bar: “Ei, amigo! Se você quer ser pago, cante uma música. Os clientes estão pedindo que você cante!”

Então, ele fez isso. Ele cantou uma música.

Um pianista que nunca cantou em público, fez isso pela primeira vez. E ninguém nunca tinha ouvido essa música até aquela noite.

A música se tornou um sucesso.

Esse homem era ninguém menos que Nat King Cole. Ele virou um Mito, ele realmente foi fántastico!

Qual é a moral da história?

Ele tinha um talento escondido! Ele podia ter vivido o resto da sua vida como um pianista sem nome em um bar de fundo de quintal, mas, por ter que cantar, ele se tornou um dos artistas mais conhecidos da América.

Você também tem habilidades e aptidões. Potenciais ocultos dentro de você, que você não tem ideia.

Você pode achar que seu “talento” não é grandes coisas, mas, pode ser melhor do que você imagina.

sábado, 2 de março de 2024

Liquens indicam qualidade do ar

Líquens são associações mutualísticas (ambos os organismos se beneficiam) entre algas e fungos. As algas são fotossintetizantes e responsáveis pela produção de nutrientes, enquanto os fungos oferecem proteção e protegem as algas contra a desidratação. Os líquens rosas ou líquens vermelhos pertencem à espécie Herpothallon Rubrocinctum e são importantes bioindicadores da qualidade do ar, pois são extremamente sensíveis ao dióxido de enxofre (SO2), que é liberado pela queima de combustíveis fósseis. Sendo assim, os líquens vermelhos costumam crescer apenas em locais com baixos índices de poluição do ar como, por exemplo, no nosso Cerrado! Durante a última visita da Trilha da Natureza ao Cerrado da UFSCar (20/07/2019), líquens vermelhos foram observados, indicando a pureza do ar do Cerrado. Além de abrigar uma rica diversidade de espécies da fauna e da flora, o Cerrado da UFSCar também é um local de fuga para as pessoas, que respiram todos os dias o ar poluído devido aos veículos, indústrias, e outras fontes de dióxido de enxofre presentes nas cidades. O Cerrado e os seus encantos continuam resistindo…Referências:  
http://acervo.avozdaserra.com.br/noticias/liquen-rosa-a-preciosidade-que-brota-em-nova-friburgo 
http://www.designslab.com.br/institucional/blog/item/4-detector-biol%C3%B3gico-da-polui%C3%A7%C3%A3o

domingo, 22 de outubro de 2023

Santuário do Imam Reza, no Irã, hasteia bandeira negra

Pela primeira vez na história, uma bandeira negra é hasteada sobre o santuário do Imam Reza no Irã, simbolismo histórico na tradição islâmica de luto, grande guerra e vingança sangrenta.

A bandeira negra é citada por diversas profecias que evocam o fim dos tempos e o retorno do Mahdi (enviado de Allah).


domingo, 15 de outubro de 2023

LIVRO TRAZ AS PROVAS QUE PALESTINA NUNCA FOI ÁRABE

UM LIVRO DE 1714 TRAZ AS PROVAS QUE PALESTINA NUNCA FOI ÁRABE
O autor falava perfeitamente o hebraico, o árabe e o grego antigo e as línguas europeias. O livro foi escrito em latim em 1695 foi enviado para Israel, naquele momento conhecido como Palestina. Durante suas viagens, pesquisou cerca de 2500 lugares onde viviam pessoas mencionadas na Bíblia ou Michna.
1) Primeiro mapeou a Terra de Israel.
2) Então identificou cada um dos lugares mencionados na Michna ou Talmud com sua fonte original. Se a fonte fosse judia, ele listou-a nas Sagradas Escrituras. Se a fonte era romana ou grega, indicou a ligação em grego ou latim.
3) realizou um inquérito demográfico e um recenseamento de cada comunidade.
Suas conclusões
1. Nenhum colonato na Terra de Israel tem nome de origem árabe.
A maioria dos nomes de colônias vêm de línguas hebraica, grega, latina ou romana. Na verdade, até hoje, exceto em Ramlah, nenhum assentamento árabe tem um nome árabe original. Até agora, a maioria dos nomes dos colonatos são de origem hebraica ou grega, nomes às vezes distorcidos em nome árabe sem sentido. Nenhum significado em árabe em nomes como Acco (Acre), Haifa, Jaffa, Naplusa, Gaza ou Jenin e as cidades denominadas Ramallah, El Halil e El-Kuds (Jerusalém) não têm raízes históricas ou filologia Árabe. Em 1696, o ano em que Relaand deu a volta ao país, Ramallah, por exemplo, chamava-se Bet ' allah (nome hebraico Beit El) e Hebron se chamava Hebron (Hevron) e os árabes chamavam Mearat HaMachpelah El Chalil, seu nome para o antepassado Abraham.
2. A maioria das terras estavam vazias, sentimos muito.
A maioria das terras estavam vazias, desoladas e os poucos habitantes e concentrados principalmente nas cidades de Jerusalém, Acco, Tzfat, Jaffa, Tibério e Gaza. A maioria dos habitantes eram judeus e outros cristãos. Poucos muçulmanos, a maioria beduínos nómadas. Naplusa, conhecida como Shchem, era a exceção, pois viviam cerca de 120 pessoas, membros da família muçulmana Natsha e cerca de 70 shomronitas.
Na capital da Galileia, Nazaré, viviam cerca de 700 cristãos e cerca de 5000 pessoas em Jerusalém, principalmente judeus e alguns cristãos.
O interessante é que Reland mencionou os muçulmanos como beduínos nómadas que chegaram à área como reforço da mão de obra do edifício e da agricultura. Em outras palavras, trabalhadores sazonais.
Por exemplo, em Gaza viviam cerca de 500 pessoas, 55% dos judeus e o resto principalmente cristãos. Os judeus cresciam e trabalhavam nas suas vinhas florescentes, pomares de oliveiras e campos de trigo. Os cristãos trabalhavam no comércio e transporte de produtos e produtos.
Tibério e Tzfat eram na sua maioria judeus e com exceção de mencionar os pescadores que pescavam no lago Kinneret - o lago Galileia - uma ocupação tradicional de Tibério, não há menção às suas ocupações. Uma cidade como Um El-Phahem era uma aldeia onde viviam dez famílias, cerca de pessoas, todas elas cristãs. Havia também uma pequena igreja maronita na aldeia (a família Shehadah).
3. Sem herança palestiniana ou nação palestiniana.
O livro contradiz totalmente qualquer teoria pós-moderna que reivindica um ′′ legado palestiniano ′′ ou uma nação palestiniana. O livro confirma o vínculo, a relevância, o parentesco da Terra de Israel com os judeus e a absoluta falta de pertença aos árabes, que roubaram o nome latim palestiniano e o tomaram por deles.
Conclusão. - Este estudo exaustivo conclui que Israel está no seu mais absoluto direito de defender, reclamar e proteger o que sempre foi seu há mais de 3500 anos atrás. Quando antes de Abraão recebesse a promessa da terra prometida a ISRAEL NÃO A PALESTINA.
É a terra de uma promessa feita a Abran mudando seu nome para Abraão e que se registra em
Gênesis 17:4, 5 (Bíblia Kadosh Israelita Messiânica)
4. 'Quanto a mim, este é o meu pacto contigo: .........
5. Seu nome já não será Avram [pai exaltado], mas seu nome será Abraão [pai de muitos], porque eu te fiz pai de muitas nações.
A mesma promessa foi repetida ao seu filho Isaac.
a mesma promessa foi repetida a Jacob, o filho mais novo de Isaac, pai das 12 tribos de Israel.
Documentos mais antigos NÃO MENCIONAM PALESTINOS NEM ARABES.
Mencionam os filhos israelitas descendentes de Avram que foi mudado de nome para Abraão.
Nota. - Adrian Reland (1676-1718), orientalista holandês, nasceu em Ryp, estudou em Utrecht e Leiden e foi professor de línguas orientais sucessivamente em Harderwijk (1699) e Utrecht (1701). Suas obras mais importantes são Palaestina ex monumentis veteribus ilustrata (Utrecht, 1714) e Antiguitates sacrae veterum Hebraeorum. 

quinta-feira, 5 de outubro de 2023

Filosofia da existência - Heidegger, medo e angústia


Qual o sentido da vida? É difícil encontrar uma pessoa que, pelo menos uma vez, já não fez essa pergunta. Ela revela algo importante sobre nós, seres humanos. Primeiro, que temos consciência de estar vivos e de que vamos morrer algum dia. Segundo, que isso deve ter algum sentido, ou seja, um sentido propriamente humano.

Biologicamente, o sentido da vida é passar os genes para frente: vivemos enquanto indivíduos para garantir a continuidade da espécie como um todo. Mas esse sentido biológico não nos satisfaz. Imaginamos que possa haver algo além da satisfação de nossas necessidades vitais. Pois a satisfação das necessidades é um meio para nos mantermos vivos não a finalidade ou sentido da vida.

Como disse o filósofo Heráclito de Éfeso (540 - 470 a.C.) "se a felicidade estivesse nos prazeres do corpo, diríamos felizes os bois, quando encontram ervilhas para comer". Os bois vivem o momento, para eles não existe um passado nem um futuro, pois para ter passado e futuro é preciso haver um sentido.

A morte

Podemos igualmente viver como bois ou atribuir um sentido para existência. Isto é, pensá-la como um projeto, com uma parte por realizar que é condicionada pelo que já se fez e pelo nosso ser-no-mundo, nossa situação concreta. A dimensão do tempo só aparece quando percebo a minha finitude, que eu sou um ser-para-morte. Saber que se vai morrer é o que desperta a questão do sentido, pois se vamos morrer, que sentido tem estar vivo?

A morte pode despertar em nós dois sentimentos distintos: o medo e a angústia. O medo nos faz não pensar na morte, não nos enfrentarmos com o problema, adiá-lo, esquecê-lo. Mergulhamos em ocupações, em falações, até conversamos sobre a morte de outros, mas não da nossa.

Segundo o filósofo Martin Heidegger (1889-1976), o medo nos convida a viver na impropriedade, não atribuímos sentido, deixamos que os outros e as circunstâncias o atribuam, nos alienamos de nós mesmos, vivemos sempre correndo, com nossas agendas cheias de distrações que nos ocupam. Vivemos num sentido impróprio que não aponta em direção alguma, como uma finalidade sem fim.

A angústia

Por que nos esforçamos por ser belos, ter dinheiro, possuir coisas? Claro, tudo isso pode fazer sentido, mas como meio, não como fim em si mesmo. Na verdade, são na maioria dos casos "sentidos emprestados", na falta de um sentido que seja próprio.

Se o medo da morte me lança na impropriedade, a angústia produz o efeito contrário, ela abre a inospitalidade do mundo, para sensação de "ficar sem chão". A angústia me revela uma compreensão do meu morrer, que sou singular. Percebo que não posso escapar da convocação que a angústia me faz de viver na propriedade. Ou seja, a possibilidade de ser eu mesmo.

Meu próprio tempo

Sou um tempo que se esgota e só tenho essa existência para ser quem sou. Percebo que sou o meu próprio tempo, não o tempo dos relógios, sempre regular e homogêneo. Mas um tempo finito em que o presente só faz sentido em relação a um futuro, a um projetar-se que me revela como realizador de minha própria história, que realiza um sentido que eu mesmo escolhi como minha marca pessoal na história da humanidade.

Heidegger não estabelece um juízo de valor de que seria melhor viver na autenticidade do que na impropriedade. Ambas são possibilidades de ser. Em qualquer momento da vida posso passar de uma a outra e vice-versa. Posso eleger um dos sentidos já prontos ou construir o meu. A vida em si não tem sentido, somos nós que atribuímos um sentido para ela.

são Tomas de Aquino

São Tomás de Aquino, um dos mais influentes filósofos e teólogos medievais, desenvolveu o conceito de "lei natural" em sua obra monumental, a "Summa Theologiae". Para Aquino, a lei natural é a expressão da ordem moral inscrita na própria natureza, derivada da razão divina que governa o universo. Ela transcende as leis humanas e está presente em todos os seres racionais, guiando-os em direção ao bem comum e à virtude.

Esse conceito levanta questões fundamentais. Primeiramente, como podemos discernir a lei natural? Aquino argumenta que a razão humana é a chave para compreendê-la, mas como aplicamos a razão de forma universal e objetiva em questões éticas? Além disso, a lei natural parece implicar uma moralidade objetiva, mas como lidamos com a diversidade de crenças e valores culturais em um mundo pluralista?

Outra pergunta crucial é a relação entre a lei natural e as leis humanas. Aquino acreditava que as leis humanas deveriam estar em conformidade com a lei natural para serem justas. No entanto, como determinamos se uma lei específica atende a esse critério e, se não, qual deve ser a resposta moral diante de uma lei considerada injusta à luz da lei natural?

Essas questões destacam a riqueza e a complexidade do conceito de lei natural de São Tomás de Aquino, que continua a ser objeto de debates e reflexões filosóficas até os dias de hoje.

sábado, 15 de julho de 2023

Técnica Pomodoro, o segredo para nunca mais procrastinar nada na sua vida

Quem nunca passou por aquele momento em que, apesar de ter uma lista imensa de tarefas a serem realizadas, acaba se distraindo com qualquer coisa, deixando tudo para depois? Esse comportamento é comum e conhecido como procrastinação. Ela pode prejudicar seriamente a produtividade, seja no âmbito pessoal ou profissional. Mas o que fazer para combater a procrastinação? A resposta pode estar na técnica Pomodoro.

Conhecendo a Técnica Pomodoro

Criada pelo italiano Francesco Cirillo no final dos anos 1980, a Técnica Pomodoro é um método de gerenciamento de tempo que visa aumentar a produtividade e a qualidade do trabalho, ao mesmo tempo que reduz o cansaço mental. O nome “Pomodoro” vem do temporizador de cozinha em formato de tomate que Cirillo usou durante os estudos na universidade

Como funciona a Técnica Pomodoro?

O método é simples e fácil de aplicar. Primeiramente, liste as tarefas que precisam ser realizadas. Em seguida, ajuste um cronômetro para 25 minutos — este é o seu “pomodoro”. Durante este tempo, dedique-se exclusivamente a uma única tarefa, evitando qualquer tipo de distração.

Ao fim dos 25 minutos, faça uma pausa de 5 minutos. Este é o tempo para descansar, alongar-se, tomar um copo de água ou fazer qualquer coisa que ajude a relaxar. Após quatro “pomodoros”, ou seja, 100 minutos de trabalho e 15 de descanso, tire uma pausa mais longa, entre 15 a 30 minutos. Este ciclo de trabalho e descanso é repetido até que todas as tarefas sejam concluídas.

Por que a Técnica Pomodoro é eficaz?

Motivação: É menos intimidador lidar com uma tarefa complexa se você dividi-la em várias etapas e souber que terá de lidar com cada uma por apenas 25 minutos.

Foco e concentração: A técnica Pomodoro encoraja a concentração total em uma única tarefa por um período de tempo limitado. Isso facilita a imersão no trabalho, permitindo uma maior produtividade e um menor número de erros.

Gestão do tempo: Com a técnica Pomodoro, você ganha consciência de quanto tempo realmente leva para realizar uma tarefa. Isso permite um planejamento mais preciso e eficaz.

Prevenção da fadiga: As pausas regulares asseguram que a mente se mantenha fresca e alerta. Isso reduz o cansaço mental e aumenta a motivação.

Como implementar a Técnica Pomodoro na sua rotina?

Incorporar a técnica Pomodoro na sua rotina diária é simples. Tudo que você precisa é um cronômetro e uma lista de tarefas. Existem até mesmo aplicativos para smartphones e extensões de navegadores web que podem ajudar a manter o controle dos “pomodoros”.

Ao começar, pode ser que encontre resistência em manter o foco durante os 25 minutos ou que se sinta tentado a pular as pausas. No entanto, com a prática, você verá que essa estrutura de trabalho promove a produtividade e combate a procrastinação.

Portanto, se você está procurando uma maneira eficaz de gerenciar seu tempo e nunca mais procrastinar, experimente a técnica Pomodoro. Ela pode ser a chave para melhorar a sua produtividade, reduzir o estresse e, finalmente, conquistar o controle do seu tempo.


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