domingo, 16 de dezembro de 2018

Você conhece Curaçao?

Curaçao, para a surpresa de muitos, teve colonização holandesa e hoje é um país autônomo pertencente ao Reino dos Países Baixos. Junto a Aruba e Bonaire, faz parte do conjunto das Ilhas ABC: três pequenas ilhas localizadas bem próximas da costa norte da Venezuela. Entretanto, não há qualquer relação da ilha com o país (e nem há muita semelhança também com Los Roques – um arquipélago lindo pertencente à Venezuela – além das águas maravilhosas e da localização geográfica).


Entendendo a ilha
Curaçao tem 444km2 de área – o que dá mais ou menos o tamanho de Florianópolis! Você consegue visitar praticamente todos os pontos principais da ilha em uma viagem de 4 ou 5 dias. Pra isso, entretanto, será necessário alugar um carro. E essa talvez seja a principal dica do destino: um carro é essencial!
A capital de Curaçao é Willemstad, uma cidade dividida em duas partes: Punta e Otrobanda(que significa o outro lado). Uma ponte flutuante faz a ligação entre as duas áreas; que são bem charmosinhas, diga-se de passagem.
As praias ao longo da ilha são maravilhosas! Existem infinitas opções de lazer e esportes aquáticos, o clima é bom o ano inteiro, há pouquíssima chuva e claro, inúmeras escolas de mergulho e points perfeitos para observação da vida marinha, seja de cilindro ou snorkel.
Curiosidade: De onde vem o nome Curaçao?
O nome Curaçao, ao contrário do que muitos imaginam, nada tem a ver com “coração”, mas sim “curação” – a arte de curar. Ele foi dado por navegadores portugueses que se curaram do escorbuto ao chegar na ilha, provavelmente por causa dos frutos que comeram ali. Acredita-se que, como os holandeses não conseguiam pronunciar o “ão”, acabaram chamando a ilha de Curaçao. :)
Idioma
O idioma oficial da ilha é o Papiamento, mas por lá também falam fluentemente o inglês, o holandês e o espanhol.
Moeda
A moeda oficial de Curaçao é o Florim (Naf) – que em 2014 tinha um valor um pouco melhor que o real: U$1,00 = aproximadamente Naf 1,70. Em todo caso, o dólar americano é totalmente aceito (apesar de que, às vezes, você receberá o troco em florins ao pagar em dólares). Você pode ver como está a cotação atual através da área de conversão de moedas no site do Banco Central.

Curaçao na nossa imaginação…
Antes de nossas pesquisas e principalmente antes de chegar na ilha, nosso conhecimento sobre Curaçao podia ser basicamente resumido nessa foto abaixo: as casinhas de construção holandesa de Willemstad.

Curaçao na verdade tem uma super estrutura, apesar de ter também áreas um pouco mais simples, outras desertas e umas até mesmo desérticas.
Mapa de Curaçao
Esse mapa exemplifica direitinho como é Curaçao. As principais opções de hospedagens e as praias com mais estrutura estão no sul, próximo à capital Willemstad (onde se encontra o famoso centrinho com casinhas coloridas como as da foto acima). Praias mais virgens estão próximas ao norte ou, mais precisamente, entre a ponta norte e a capital. Toda essa parte superior do mapa, é a costa menos explorada. Não há muitas opções de praia para banho e o mar é mais agitado. O turismo acontece em peso na parte inferior.

Ali, pequeninha, à direita de Curaçao, está Klein Curaçao, uma pequena ilha sem qualquer estrutura que é visitada a partir de passeios de barco (ou helicóptero) que duram um dia.

Jan Thiel é uma região quase completamente holandesa, o que garante um clima bem charmoso. Dá pra sentir bem que Curaçao teve colonização européia.
A praia de Jan Thiel é privada e o acesso é pago: U$3,50 por pessoa.

A ilha pode ser visitada o ano todo: a probabilidade de chuvas é bem baixa e mesmo quando elas aparecem, são bem passageiras. Curaçao não está na rota dos furacões.

A alta temporada é de novembro a março, quando é inverno na Europa e os holandeses aproveitam para curtir uma prainha no Caribe.

Fontes:
https://vamospraonde.com/curacao/
https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Curaçao


sexta-feira, 9 de março de 2018

Menino fica rico vendendo bolinhas de gude: CEO mais jovem do mundo



Com apenas 9 anos de idade, o inglês Harli Jordean é o mais jovem diretor executivo do mundo, também chamado de CEO, Chief Executive Officer.
O menino não divulga o valor de sua fortuna, mas calcula-se que ele ganhe milhares de libras por mês.
Tudo começou há pouco mais de 1 ano quando ele tinha 8, e sua coleção de bolinhas de gude foi roubada.
Desolado, Harli pediu à mãe para que comprasse mais bolinhas.
E numa numa busca na internet, ele notou que não havia nenhum site especializado na venda das bolinhas.
Foi então que teve a ideia de criar um site.
A mãe, que permitiu a compra, hoje é a responsável pela contabilidade da empresa.
Na contramão do mundo dos videogames, computadores e iPads, o precoce empreendedor inaugurou então o site MarbleKing.co.uk
Com pinta de milionário, Harli oferece bolinhas de tamanhos variados e acessórios, como edições limitadas de mesas do jogo Resta Um, que chegam a custar 599 libras, cerca de R$ 1.700.
Hoje ele vende para vários países,
Estados Unidos, Polônia, Taiwan, Grécia, Itália França, Egito, Israel e… Brasil!
Enquanto seus amigos passam o tempo livre brincando, Jordean se concentra nas planilhas de fornecedores e no controle do estoque da empresa.
A demanda é tanta que, além da mãe,  ele contratou seus dois irmãos mais velhos. 
“Gosto de ser o chefe, mas também de delegar funções”, disse o garoto ao jornal inglês Daily Mail.
“A paixão é tanta que ele começou a se proclamar rei das bolinhas de Gude.” Não por coincidência, esse é o nome do site: http://www.marbleking.co.uk
“Meu sonho é ter uma das maiores lojas de brinquedos do mundo, sem deixar de vender todo o tipo de bolinhas de gude”, afirma Jordean.
Com informações do Hypeness e Daily Mail.

Fonte: sonoticiaboa

Mediocridade

A mediocridade cultural está destruindo a sociedade atual.
René Sanferr

Na vida – a cada dia – somos empurrados à mediocridade. Somos preparados para vivermos como o outro A pensar como um todo. Marcas e costumes.
Raphael Michael

Não se paga mediocridade com mediocridade, você desce ao nível da pessoa e ainda sai manchado. Deixa passar, deixa rolar, tua imagem fica intacta e você mantém o seu valor.
Otalício Fernandes

sexta-feira, 2 de março de 2018

Quando se tem a oportunidade de furtar...

"Quando você tem oportunidade de roubar R$ 0,50 (cinquenta centavos) tirando fotocópia pessoal na máquina Xerox do trabalho, você não perde a oportunidade. Quando você tem oportunidade de roubar R$ 5,00 (cinco reais) levando para casa a caneta da empresa, você não perde a oportunidade.

Quando você tem a oportunidade de roubar R$ 25,00 (vinte e cinco reais) pegando uma nota mais alta na hora do almoço para a empresa reembolsar, você não perde a oportunidade.Quando você tem a oportunidade de roubar R$ 50,00 (cinquenta reais) de um artista comprando um DVD pirata, você não perde a oportunidade.
Quando você tem a oportunidade de roubar R$ 250,00 (duzentos e cinquenta) comprando uma antena desbloqueada que pega o sinal de satélite de todas as TV’s a cabo, você não perde a oportunidade.Quando você tem a oportunidade de roubar R$ 469,99 da Microsoft baixando um Windows crackeado num site ilegal, você não perde a oportunidade.
Quando você tem a oportunidade de roubar R$ 2.000,00 (dois mil) escondendo um defeito do seu carro na hora de vende-lo enganando o comprador, você não perde a oportunidade.
E você não perde nenhuma oportunidade, devolve a carteira mas rouba o dinheiro, sonega imposto de renda, dá endereço falso para adquirir benefícios que não tem direito, etc, etc. etc…
Bom, se você trabalhasse no Governo, e caísse no seu colo a oportunidade de roubar R$ 1.000.000,00 (um milhão) com certeza, como você não perde uma oportunidade, iria aproveitar mais esta oportunidade. Tudo é uma questão de acesso e oportunidade.
O povo brasileiro precisa entender que o problema do Brasil não são só a meia dúzia de políticos no poder lá em cima, pois eles, são apenas o reflexo dos quase 200 milhões de oportunistas aqui embaixo. Os políticos de hoje, foram os oportunistas de ontem.
Vai ser difícil limpar o Brasil…"
Creuse Santos
11/03/2016.

terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

Agostinho e a Vida Feliz

A filosofia greco-romana teve como preocupação central a busca da felicidade. Agostinho tomou o mesmo objeto para análise, contudo, com algumas mudanças na visão da eudaimonia: mudanças com relação ao lugar e ao método para alcançar a felicidade. Ademais, a filosofia não é vista pelo pensamento agostiniano como um fim em si mesma, ela passa a ser um meio, é o “porto”. A busca pela eudaimonia é um problema que passa por toda a obra do Bispo de Hipona. De acordo com Agostinho, a razão para filosofar é a felicidade e esta é algo imanente ao homem. Sendo assim, a felicidade faz parte de sua natureza. Destarte, as perguntas componentes da obra A vida feliz, de Agostinho, são sobre onde está a felicidade, como e onde o homem pode ser feliz. São a esses problemas que Agostinho tenta responder ao longo desse diálogo.


Santo Agostinho de Hipona

Santo Agostinho e o diálogo A Vida Feliz

Devido à importância dessas questões, tanto no pensamento greco-romano quanto no pensamento de Agostinho, temos por objeto, no presente trabalho, a análise do segundo momento do diálogo A vida feliz. Neste ponto do diálogo – do parágrafo 10 ao 12 – Agostinho faz um itinerário argumentativo, juntamente com seus discípulos, com a finalidade de descobrir qual é o bem que a alma deve ter posse para ser feliz e quais são as maneiras de a alma obter esses bens.
Agostinho busca saber qual é o alimento necessário à alma e questiona seus interlocutores se aquele não seria a ciência, o conhecimento. Mônica – mãe de Agostinho – responde à questão afirmando que o alimento da alma não é outra coisa senão a ciência e o conhecimento das coisas. É das especulações e pensamentos que a alma alimenta-se. Assim, os homens ignaros encontram-se em jejum, famintos já que estão vazios de ciência e cheios de maldades e vícios.
Agostinho fala sobre a falta de alimento para a alma dizendo que, assim como o corpo, a alma, quando privada de alimento, fica exposta a doenças acarretadas por suas carências. A isso chama de malignidade – nequitia – a qual é caracterizada pela filosofia agostiniana como uma decomposição, como raiz de todos os vícios porque é o nada, o vazio.
A ignorância da alma é identificada com a perversão moral e isso implica uma relação entre conhecimento e moral devido ao fato de que estes não existem de modo isolado. Já sabendo que a alma viciada possui nequícia, especula-se qual o nome da virtude possuída pela alma nutrida de ciência: esta virtude é a frugalidade. A frugalidade é o oposto da nequícia, é uma virtude que evoca fecundidade. Já a nequícia relaciona-se à esterilidade. Agostinho afirma que a virtude deve ser associada ao que é idêntico a si mesmo, ao que é imutável, enquanto o vício é associado ao mutável: “Quando existe algo que perdura, se mantém, não se altera e sempre fica semelhante a si mesmo, aí está a virtude” (AGOSTINHO, II, 8).
A frugalidade, segundo o filósofo, é o elemento mais belo da virtude, é uma virtude dos que tem a alma plena, preenchida de conhecimento. Não obstante, nota-se que plenitude e frugalidade são duas noções indissociáveis da filosofia agostiniana: a alma virtuosa é plena de modo necessário. O mesmo ocorre para a relação existente entre a nequícia e o nada: a alma viciada é vazia. Conforme se pode notar nesta parte da obra, a investigação acerca do alimento da alma ocorre partindo de um critério de imutabilidade, pois Agostinho encontra-se a elaborar um conceito de alma imaterial e, dessa forma, o alimento desta também deve ser imaterial e imutável. O vício é tomado como o nada que triunfa, como mutável. A virtude, por sua vez, é a identidade, não perece, é imutável. O elemento de maior importância e belo da virtude é a frugalidade (ou temperança). A obtenção da virtude é de suma importância, pois “virtude é o que confere à alma sua perfeição e a torna boa” (GILSON, 2007, p. 24) .
Agostinho finaliza o oitavo parágrafo afirmando que saber que a alma possui alimentos saudáveis e insalubres, é o caminho para se buscar a felicidade. São oferecidos alimentos para a alma e para o corpo no dia de seu aniversário. Todavia, o alimento para a alma só será servido se todos os presentes no diálogo tiverem apetite dele. O primeiro momento do capítulo II – o que corresponde ao primeiro dia do diálogo – tem seu desfecho quando Agostinho relaciona a metáfora alimentar com a data de início do diálogo.
Após relacionar a nutrição do corpo e da alma com os alimentos oferecidos – tanto para a alma quanto para o corpo – no dia de seu natalício, é estabelecida uma relação entre o alimento da alma e felicidade. Ao buscar no que consiste a felicidade, depara-se com o critério de imutabilidade do alimento da alma. Agostinho questiona aos seus interlocutores se quem não tem o que quer é feliz. A resposta é negativa, pois nem todos que tem o que querem são felizes. Assim, a questão é invertida por Agostinho: quem tem o que quer será feliz? Sua mãe responde positivamente, desde que o que se possui e se quer seja o bem. Mônica alcança o cume da Filosofia, segundo Agostinho, ao afirmar o mesmo que Cícero na obra Hortensius – obra esta responsável pelo despertar de Agostinho para a Filosofia. Ademais, Cícero afirma que não é suficiente possuir qualquer coisa desejada para ser feliz. O homem é mais infeliz quando deseja algo que não convém do que quando não tem o que deseja. Neste momento do diálogo, Licêncio toma a palavra e pede ao aniversariante que diga quais as coisas necessárias para se alcançar a felicidade e quais as coisas que se pode desejar para chegar até a mesma. Agostinho não responde à questão devido ao fato que muitos problemas serão examinados até que se possa afirmar no que consiste a felicidade.
Agostinho retoma os resultados obtidos até então: 1) ninguém pode ser feliz sem possuir o que deseja; 2) possuir o que se deseja não é garantia de felicidade. Eis aqui um impasse. Para resolvê-lo, Agostinho afirma que é necessário descobrir o que o homem deve possuir para ser feliz e Licêncio buscava descobrir o que é conveniente de se desejar. Já que a felicidade deve conter um bem do qual sua existência depende, faz-se necessário que esse bem não seja mutável, que não desapareça para garantir a existência da felicidade: “Se alguém quiser ser feliz, deverá procurar um bem permanente, que não lhe possa ser retirado em algum revés de sorte” (AGOSTINHO, II, 11). O critério de imutabilidade da vida feliz é aceito por todos, exceto por Teodósio.
Para ser verdadeiramente feliz, afirma Agostinho, não se pode temer perder a felicidade. A vida que se norteia pela posse de bens frágeis, perecíveis, não pode ser feliz, porque se tem medo de perder a felicidade e; pelo fato de as coisas relativas serem marcadas pela insaciabilidade e pela incompletude, a posse de bens frágeis nunca será satisfatória: sempre há de se desejar mais, algo além do que se possui. A consequência disso é a infelicidade, haja vista que não há estabilidade necessária para a plenitude. Deve-se ter em mente que plenitude e felicidade se ligam intrinsecamente porque “A plenitude é absolutamente necessária à felicidade” (GIlSON, 2007, p. 21), também por ser o oposto da carência e da miséria.
Na sequência do diálogo, é afirmado que o que tem a capacidade de tornar o homem feliz não é a posse de um bem externo a ele, mas sim a posse de algo incorpóreo que possua a mesma natureza da alma. A virtude apresenta-se, pois, como imutável e o bem buscado para se alcançar a felicidade deve ser visto como o que não pode ser retirado do homem quando há uma reviravolta em sua sorte. Agostinho conclui que é feliz quem possui um bem imutável. Esse bem imutável é Deus. Assim, é feliz quem possui a Deus.
Com a conclusão de que é feliz quem possui a Deus, surge uma nova questão: quem possui a Deus? Três respostas são dadas: 1) possui a Deus quem vive bem; 2) possuí a Deus quem faz o que Ele quer que se faça; 3) Possui a Deus quem não possui em si um espírito imundo.
A verdadeira felicidade está e só pode ser atingida em Deus. Desse modo, Agostinho diferencia seu pensamento do pensamento da filosofia antiga por ter como fundamento último do eudaimonismo o sobrenatural. Fica, portanto, claro que a busca da felicidade é a busca de Deus. Deus é o único que pode dar estabilidade ao homem. O filósofo busca a verdade com a finalidade de ser feliz. A felicidade encontra-se na posse da Verdade-Deus. Somente ao encontrar Deus, o homem encontra a sua felicidade. Vale ressaltar que a felicidade “encontra-se no próprio homem, na sua interioridade, não em um sentido panteístico, mas como imanência/ transcendência, quando Deus revela-se ao homem enquanto Verdade” (COSTA, 2012, p. 25). Todavia, a questão acerca de quem entre os homens possui Deus é deixada para o segundo dia do diálogo.
Referências Bibliográficas:
 AGOSTINHO. A vida feliz. Col. Patrística, 11. São Paulo: Paulus, 1998.
COSTA, M. R. N. 10 lições sobre Santo Agostinho. Petrópolis, RJ: Vozes, 2012.
GILSON, É. Introdução ao estudo de Santo Agostinho. São Paulo: Discurso Editorial; Paulus, 2006.
www.psicologiamsn.com

domingo, 25 de fevereiro de 2018

O SENTIDO DA VIDA SEGUNDO ARISTÓTELES E EPICURO

Na antiguidade, o sentido da vida consistia em alcançar a a verdadeira felicidade.
Aristóteles considerava que esta verdadeira felicidade só seria alcançável num estado de completa apatia, isto é um estado de indiferença sobre tudo aquilo que nos rodeia.
Este filósofo defendia que só a indiferença pelo destino, e uma vida livre de emoções de sensações poderá levar-nos à felicidade.
Com Epicuro, o sentido da vida passa a radicar, não no alcance da felicidade mas na satisfação de desejos e prazeres. Para Epicuro o prazer é a ausência de dor.
Para vivenciar esse prazer é fundamental evitar a dor e para isso não devemos viver com medos ou preocupações.
Porém, não defende uma vida recheada de luxos e excessos, mas uma vida em conformidade com a natureza e com os outros.
Para este filósofo não existia morte pois quando ela existe, ele é que não existe mais. Assim, nós nunca nos encontramos com a nossa morte.
Logo, devemos ocupar as nossas mentes com a nossa vida e desfrutar dela.
Epicuro defendia a ataraxia, isto é, uma ausência de preocupações aliada a uma paz de espírito.
A filosofia de Epicuro tem como base quatro fundamentos que nos permitem livrar de preocupações:

1 – Não há nada a temer quanto aos Deuses ( em geral não interferem na vida humana)

2 – Não há nada a temer quanto à morte (quando a morte chega, cessa a existência)

3 – O prazer é fácil de se obter (se for difícil, não é necessário)

4 – A dor é suportável (se for insuportável, não dura muito)

Seguindo estes fundamentos podemos satisfazer os nossos prazeres e desejos, longe de quaisqueres preocupações e assim encontrar o sentido da vida.


Por que as pessoas entram em grupos de WhatsApp? Uma visão psicológica e social

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